A Igreja de São Pedro.
Originalmente, esta Igreja paroquial foi uma capela, a Capela de São Pedro, recebendo do Arcebispo de Lisboa, D. Pedro de Noronha (1446) a faculdade de ter pia batismal.
Originalmente, esta Igreja paroquial foi uma capela, a Capela de São Pedro, recebendo do Arcebispo de Lisboa, D. Pedro de Noronha (1446) a faculdade de ter pia batismal.
A partir de 1658 foi várias vezes ampliada até atingir a actual dimensão.
A capela-mor exibe quatro telas retratando a vida de São Pedro e, ainda, o retábulo, o sacrário em talha dourada e imagens barrocas de São João Evangelista e de São Pedro.
Na nave existem quatro altares laterais com as seguintes invocações: Nossa Senhora da Conceição, com as imagens de Sto. António e Sta Terezinha (sec. XIX); Sagrado Coração de Jesus com as imagens de Nossa Senhora de Fátima, Sta Inês e Sta Luzia (sec. XIX); Nossa Senhora do Rosário (sec. XVII) e a capela do Calvário com a imagem de Cristo Crucificado Nossa Senhora e S. João Envangelista, e a imagem de Jesus morto. (sec XVII)
Existiram durante varios séculos numerosas confrarias entre as quais se salientam as seguintes: Nossa Senhora da Conceição (com altar próprio), S. Pedro, Nossa Senhora do Rosário (com altar próprio), Almas, S. Frei Pedro Gonçalves Telmo(padroeiro dos homens do mar).
Sob um arco junto a entrada esta a imagem do Sr. Jesus dos Passos e de Nossa Senhora das Dores.
Duas telas [do sec XVII]embelezam a nave da igreja, uma representado o "Ecce Homo" a outra o "Lava pés."
As paredes sao revestidas a azulejos policromados do sec XVII representado cenas da vida de S.Pedro.
O tecto de madeira em caixotões de telas na do centro representa a " Negação de Pedro"
Na sacristia está actualmente o altar de Nossa Senhora do Carmo, que primitivamente estava no alpendre da igreja (destruído para ampliação do templo) e um arcaz barroco datado de 1880.
Frente à igreja existe um cruzeiro que foi erigido em 1782.
No adro da igreja celebra-se anualmente a festa de Nossa Senhora da Conceição a 8 de Dezembro e o arraial de S. Pedro na noite de 28 para 29 de Junho.
Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem e de Sto. António.A capela hoje mais conhecida como de "Santo António", situa-se numa plantaforma sobre a Praia dos Pescadores na Vila da Ericeira, formando o epicentro da progressão urbana da vila. Diz-se ainda hoje que divide o Norte do Sul.
Sobre a história da capela pouco se sabe, sobretudo anteriormente ao sec. XVII. Alguns registos apontam-na como coeva à Paroquial (sec XIV ou XV), não registando vestigios materiais dessa época.
Foi capela da Câmara, próximo do primeiro Paço do Concelho. Sabe-se que em 1609, já era sede das confrarias de Nossa Senhora da Boa Viagem dos Homens do Mar e nela decorriam as suas sessões.. Em 1645, passou a ser a Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem.
Era também nesta capela que funcionava a Confraria de Santo António, confraria das raparigas solteiras.
É curioso notar que esta capela tem assim duplo orago, ambos com o mesmo grau de importância.
Capela de modestas proporções nao se singia apenas ao culto, mas também a "farol" assinalando a entrada dos barcos no porto da Praia dos Pescadores, servindo-se para isso do pequeno sino colocado num nicho na parede do lado poente..
Em 1645 foi forrada a azulejos policromos,custeados pela oferta de um anel de grande valor, formando padrões diversos, dos quais se destaca, sobre o arco triunfal, ainda hoje conservado, um pequeno registo de Nossa Senhora da Boa Viagem com o Menino, rodeado de seis cabeças aladas de anjos, com os monogramas de Cristo, Maria e José e datados de 1634.
A primitiva imagem de Nossa Senhora da Boa Viagem de maiores proporções, em madeira estofada e policroma, restaurada em 1761, foi vandalizada e lançada ao mar na noite de 22 para 23 de Janeiro de 1912. Desta imagem apenas restou a mão que deu a costa no dia seguinte e que se conserva actualmente no museu da Sta Casa da Misericordia da Ericeira.
O actual edificio é do sec XVII, resulta da ampliação do anterior, e uma das obras ficou registada nas portas da frontaria - 1664. Em 1993, foi sujeita aobras de conservção e restauro da talha, pintura e douramento do retábulo. O coro alto possui um varandim de madeira de postes torneados que se repetem no pulpito lateral da capela.
Sobre a história da capela pouco se sabe, sobretudo anteriormente ao sec. XVII. Alguns registos apontam-na como coeva à Paroquial (sec XIV ou XV), não registando vestigios materiais dessa época.
Foi capela da Câmara, próximo do primeiro Paço do Concelho. Sabe-se que em 1609, já era sede das confrarias de Nossa Senhora da Boa Viagem dos Homens do Mar e nela decorriam as suas sessões.. Em 1645, passou a ser a Capela de Nossa Senhora da Boa Viagem.
Era também nesta capela que funcionava a Confraria de Santo António, confraria das raparigas solteiras.
É curioso notar que esta capela tem assim duplo orago, ambos com o mesmo grau de importância.
Capela de modestas proporções nao se singia apenas ao culto, mas também a "farol" assinalando a entrada dos barcos no porto da Praia dos Pescadores, servindo-se para isso do pequeno sino colocado num nicho na parede do lado poente..
Em 1645 foi forrada a azulejos policromos,custeados pela oferta de um anel de grande valor, formando padrões diversos, dos quais se destaca, sobre o arco triunfal, ainda hoje conservado, um pequeno registo de Nossa Senhora da Boa Viagem com o Menino, rodeado de seis cabeças aladas de anjos, com os monogramas de Cristo, Maria e José e datados de 1634.
A primitiva imagem de Nossa Senhora da Boa Viagem de maiores proporções, em madeira estofada e policroma, restaurada em 1761, foi vandalizada e lançada ao mar na noite de 22 para 23 de Janeiro de 1912. Desta imagem apenas restou a mão que deu a costa no dia seguinte e que se conserva actualmente no museu da Sta Casa da Misericordia da Ericeira.
O actual edificio é do sec XVII, resulta da ampliação do anterior, e uma das obras ficou registada nas portas da frontaria - 1664. Em 1993, foi sujeita aobras de conservção e restauro da talha, pintura e douramento do retábulo. O coro alto possui um varandim de madeira de postes torneados que se repetem no pulpito lateral da capela.
Existem na capela seis imagens, a de Nossa Senhora da Boa Viagem, ladeada pelas imagens de Sto. António do lado direito e S. Vicente do lado esquerdo, ambas datadas do sec XVIII, de pequenas proporções , em madeira estofada com grande primor e graciosas, uma outra imagem de Sto. António de maiores proporções já do sex XX, e na nave em pianhas embutidas na parede, as imagens de S. Pedro e Sta. Catarina de Alexandria, também do sec XVIII, em madeira estofada. Na sacristia existe um arcaz do sec XVII/XVIII e uma imagem de S. Francisco de Assis sem datação certa
Actualmente celebra-se no terceiro fim-de-semana de Agosto as festas em honra de Nossa Senhora da Boa Viagem padroeira dos pescadores da Ericeira.
. Actualmente celebra-se no terceiro fim-de-semana de Agosto as festas em honra de Nossa Senhora da Boa Viagem padroeira dos pescadores da Ericeira.
Capela de Sta. Marta e de Nossa Senhora das NecessidadesA actual capela de Stª Marta situa-se ao sul da Vila da Ericeira, sobre uma plantaforma rochosa, hoje ajardinada e envolvida pela malha urbana da vila, é um templo de razoáveis proporções ao gosto setecentista, erigida em 1760, no lugar da antiga Ermida de Nossa Senhora da Saúde, posteriormente Senhora das Necessidades. A construção da actual capela iniciada pois em 1760, sendo nessa época Santuário de Nossa Senhora das Necessidades, tendo como a Capela de Santo António e Senhora da Boa Viagem no Largo das Ribas, duplo orago: Santa Marta e Senhora das Necessidades.
A antiga capela, construída em 1484. com o mesmo orago, situava-se mais junto ao mar, junto às "furnas", onde actuamente se encontra o poço das "Águas de Sta. Marta" no perímetro do Parque de Santa Marta, sendo a referida ermida local de devoção, ligada a curas milagrosas de peste. Foi este templo abandonado, por ter entrado em ruínas.
Em 1599, segundo a lenda referida por Frei Agostinho da Santa Maria, a Venerada imagem de Nossa Senhora das Necessidades foi levada por um casal de tecelões, para Lisboa, perto de Alcantara, ai edificaram uma capela para a imagem, que veio a dar nome a um bairro, e mais tarde ao palácio que ainda hoje conserva o mesmo nome. Esse "furto" foi atribuido em virtude da imagem ser considerada milagrosa, sendo a fé acrescida nos anos em que em Portugal grassou a peste.
Nos finais do sec. XIX, inicio do sec XX com a descoberta das capacidades curativas das águas ali próximas, associou-se a imagem de Sta Marta que já se venarava na capela, mas que após essas descobertas a devoção a Sta. Marta aumentou, havendo até referências .
As confrarias de Nossa Senhora das Necessidades e de Sta Marta tinham sede nesta ermida.
A actual capela de linhas simples transpõe para o interior o gosto artistico da segunda metade do sec. XVIII, quer ao nível da talha dourada quer na policromia doretábulo, já com bastante leveza, e nas imagens de médias proporções que se apresentam. No altar ao centro está a imagem de Nossa Senhora das Necessidades (sec. XVIII),sobre nuvens em que aparecem três cabeças de anjo, segurando ao colo, com a mão esquerda o Menino e com a mão direita a vara-tocheiro, onde se encontra a vela. á direita , do lado do Evangelho, Sta. Marta , imagem estofadatendo aos pés um dragão e segurando uma fita com a sua mão direita e, abraçando a cruz com a mão esquerda, á esquerda do lado da epístola uma imagem de Sta. Luzia (sec. XIX). Na nave, única, uma imagem de Nossa Senhora de Fátima (sec.XX) e uma imagem de S. José (sec. XXI) ambas de pequenas proporções.
Foi também esta capela sede de confraria das raparigas solteiras, que aí realizavam procissões e festejos, em honra das invocações aí patentes, mas que acabaram por se perder após após uma integração nas cerimónias do dia de S. Pedro (orago da paróquia).
De salientar dois paineis de azulejos do sec. XVIII representando a Anunciação do Anjo e o Nascimento de Jesus.
O largo da capela com habitações em redor único na vila, remonta ao tempo do santuário mariano, com as casas para peregrinos
A antiga capela, construída em 1484. com o mesmo orago, situava-se mais junto ao mar, junto às "furnas", onde actuamente se encontra o poço das "Águas de Sta. Marta" no perímetro do Parque de Santa Marta, sendo a referida ermida local de devoção, ligada a curas milagrosas de peste. Foi este templo abandonado, por ter entrado em ruínas.
Em 1599, segundo a lenda referida por Frei Agostinho da Santa Maria, a Venerada imagem de Nossa Senhora das Necessidades foi levada por um casal de tecelões, para Lisboa, perto de Alcantara, ai edificaram uma capela para a imagem, que veio a dar nome a um bairro, e mais tarde ao palácio que ainda hoje conserva o mesmo nome. Esse "furto" foi atribuido em virtude da imagem ser considerada milagrosa, sendo a fé acrescida nos anos em que em Portugal grassou a peste.
Nos finais do sec. XIX, inicio do sec XX com a descoberta das capacidades curativas das águas ali próximas, associou-se a imagem de Sta Marta que já se venarava na capela, mas que após essas descobertas a devoção a Sta. Marta aumentou, havendo até referências .
As confrarias de Nossa Senhora das Necessidades e de Sta Marta tinham sede nesta ermida.
A actual capela de linhas simples transpõe para o interior o gosto artistico da segunda metade do sec. XVIII, quer ao nível da talha dourada quer na policromia doretábulo, já com bastante leveza, e nas imagens de médias proporções que se apresentam. No altar ao centro está a imagem de Nossa Senhora das Necessidades (sec. XVIII),sobre nuvens em que aparecem três cabeças de anjo, segurando ao colo, com a mão esquerda o Menino e com a mão direita a vara-tocheiro, onde se encontra a vela. á direita , do lado do Evangelho, Sta. Marta , imagem estofadatendo aos pés um dragão e segurando uma fita com a sua mão direita e, abraçando a cruz com a mão esquerda, á esquerda do lado da epístola uma imagem de Sta. Luzia (sec. XIX). Na nave, única, uma imagem de Nossa Senhora de Fátima (sec.XX) e uma imagem de S. José (sec. XXI) ambas de pequenas proporções.
Foi também esta capela sede de confraria das raparigas solteiras, que aí realizavam procissões e festejos, em honra das invocações aí patentes, mas que acabaram por se perder após após uma integração nas cerimónias do dia de S. Pedro (orago da paróquia).
De salientar dois paineis de azulejos do sec. XVIII representando a Anunciação do Anjo e o Nascimento de Jesus.
O largo da capela com habitações em redor único na vila, remonta ao tempo do santuário mariano, com as casas para peregrinos
Capela de São Sebastião A Ermida de S. Sebastião, remonta aos séculos XV/ XVI e situa-se no extremo Norte da vila da Ericeira, sobre as arribas, isolada do tecido urbano primitivo, possuindo caracteristicas únicas na zona.
A sua construção nesta extrema da vila na Idade Média, pensa-se ter sido feita a pedido dos habitantes da Terrugem- Sintra ao Patriarca de Lisboa para que existisse uma ermida e uma pia baptisma, fora do povoado, de modo a que de passagem uma capelão pudese administrar os Sacramentos e celbrar, sem necessidade de se deslocarem a Santa Maria Maior de Sintra, dada a escassez de transporte e de dinhero.
É um edificio de aparência simples, de planta hexagonal e de cúpula terminada em gomos, que tem adossado um outro corpo formado pelas sacristias e altar, esse já do sec. XVII.O exterior totalmente branco contrasta com o interior forrado quase completamente a azulejos policromados (dominando o azul e amarelo), do sec. XVI. O padrão dos azulejos é fitomórfico e geométrico. de grande efeiro estético.
No altar podem-se admirar os embutidos de pedra datado de 1678 por autorização de D. Luis de Sousa, arcebispo de Lisboa, aquando das obras de ampliação do templo. A banqueta era descrita como sendo simples de mármore rosa e de moldura simples.
Do retábulo sobresaem quatro colunas de fuste lisos, cilindro-cónicos, com bases e capitéis em bolacha, que suportam o entablamento com arquitrave, friso e cornija bem proporcionados.
Sobre este entablamento assenta um tímpano em frontão semi-circular cortado por gomos, tendo como fecho uma pequena mísula. .Nos mármores deste conjunto as cores dominantes são orosa, o branco e o amarelo-oca.
No centro do retábulo existe o nicho com a imagem de S. Sebastião, provavelmente do sec. XVIII, sobre uma peanha de mármore branco, com filetes azuis embutidos..
A confraria de S. Sebastião, com sede nesta ermida, era composta unicamente por rapazes solteiros, e até 1968, teve nela as suas tumbas, sendo estas posteriormente transferidas para a Misericórdia, em conjunto com as da Igreja Paroquial.
As festas em honra do martir S. sebastião foram em tempos as maiores da vila e arredores, devido á imponência das mesmas, eram realizadas na igreja de S. Pedro, sendo a imagem do Mártir reconduzida em procissão para a sua capela no dia de S. Vicente (22 de Janeiro) onde de festejavam os dois martires.Pormenor curioso era que esta Procissão se realizava a "passo acelerado, sbofando os da música que, apesar do tempo ser quase sempre fresco, chegavam ebncharcados em suor". Isto sucedia devido à proibição existente de bailaricos e outras festas que "devassavam o templo" nas festas em Honra de S. Vicente e S. Sebastião -21 e 22 de Janeiro.
Actualmente celebram-se os dois martires na capela de S. Sebastião, no domingo mais próximo de 20 de Janeiro, celebra-se S. Sebastião e a 22 de Janeiro, S. Vicente.
Actualmente celebram-se os dois martires na capela de S. Sebastião, no domingo mais próximo de 20 de Janeiro, celebra-se S. Sebastião e a 22 de Janeiro, S. Vicente.
A Igreja De Nossa Senhora do Ó, é a Igreja Matriz da Paróquia de Nossa Senhora do Ó do Porto da Carvoeira, paróquia da Vigararia XI da Diocese de Lisboa, desde 1570.
Situa-se no vale da Carvoeira, afastada da povoação, perto nas margens do Rio Lizandro em terras férteis e de grande beleza.
Junto à ponte velha da ribeira do Cheleiros, hoje muito alterada na traça original, situa-se então esta Igreja cuja data de edificação permanece desconhecida, embora alguns elementos decorativos conservados no seu ineriro, como a pia de água benta, nos indiquem que já era utilizada ao culto no início do sec. XVI..
A Igrejade linhas simples, está delimitada por um adro murado, no qual foi colocado um cruzeiro, com painel de azulejos numa das faces.
O corpo do edificio é precedido por uma galilé de secção rectangular, de cércea baixa, à qual se acede por um arco de volta perfeita ladeado por duas janelas. A fachada da Igreja, que possui também planta rectangular, possui portal principal de moldura simples, com cornija destacada, onde está gravada a data 1830, encimada por uma janela rectangular e óculo, sendo rematada superiormente por empena de cruz de pedra..
Às fachadas laterais foram adossadas corpos anexos, possuindo a da direita, portal, que foi aberto em 1709, como indica uma inscrição na moldura do mesmo.
O interior de nave única, está recuparado nos altares mor e laterais pois estava muito delapidado e em mau estado de conservação,e a imaginária que o compõe está presente nas missas que se celebram mensalmente no 1º Domingo de cada mês e nas Festas anuais.
Destaca-se como peça importante a pia de agua benta, quinhentista, dividida em gomos sem decoração, com boleados junto ao friso superior, cujo suporte é decorado com florões.
O seu alpendre e muro terão servido de trincheira numa batalha gtravada em 1585 entre portugueses comandados por Mateus Álvares, o falso D. Sebastião, e duas companhias de infantaria de Castela.
É um imóvel Classificado pelo IGESPAR como de interesse Municipal, que se foi degradando ao longo dos tempos mercê das inundações provocadas pelas cheias do rio, agora controladas por açudes, e que ciclicamente inundavam o vale. o Seu recheio interior foi-se assim danificado, tanto ao nível das alfaias, como do próprio mobiliário. durante o sec. XVII e XIX. Somente em 1983, se deu inicio a obras de recuperação e restauro ao nível das paredes externas, e em 1988 foi alvo de assalto perdendo quase todas as suas imagens de culto, incuindo a Senhora do Ó.
Nossa Senhora do Ó é uma devoção mariana surgida em Toledo, na Espanha, remontando à época do X Concílio, presidido pelo arcebispo Santo Eugênio, quando se estipulou que a festa da Anunciação fosse transferida para o dia 18 de Dezembro.
O seu relógio de sol, num dos cunhais está datado de 1764.
Situa-se no vale da Carvoeira, afastada da povoação, perto nas margens do Rio Lizandro em terras férteis e de grande beleza.
Junto à ponte velha da ribeira do Cheleiros, hoje muito alterada na traça original, situa-se então esta Igreja cuja data de edificação permanece desconhecida, embora alguns elementos decorativos conservados no seu ineriro, como a pia de água benta, nos indiquem que já era utilizada ao culto no início do sec. XVI..
A Igrejade linhas simples, está delimitada por um adro murado, no qual foi colocado um cruzeiro, com painel de azulejos numa das faces.
O corpo do edificio é precedido por uma galilé de secção rectangular, de cércea baixa, à qual se acede por um arco de volta perfeita ladeado por duas janelas. A fachada da Igreja, que possui também planta rectangular, possui portal principal de moldura simples, com cornija destacada, onde está gravada a data 1830, encimada por uma janela rectangular e óculo, sendo rematada superiormente por empena de cruz de pedra..
Às fachadas laterais foram adossadas corpos anexos, possuindo a da direita, portal, que foi aberto em 1709, como indica uma inscrição na moldura do mesmo.
O interior de nave única, está recuparado nos altares mor e laterais pois estava muito delapidado e em mau estado de conservação,e a imaginária que o compõe está presente nas missas que se celebram mensalmente no 1º Domingo de cada mês e nas Festas anuais.
Destaca-se como peça importante a pia de agua benta, quinhentista, dividida em gomos sem decoração, com boleados junto ao friso superior, cujo suporte é decorado com florões.
O seu alpendre e muro terão servido de trincheira numa batalha gtravada em 1585 entre portugueses comandados por Mateus Álvares, o falso D. Sebastião, e duas companhias de infantaria de Castela.
É um imóvel Classificado pelo IGESPAR como de interesse Municipal, que se foi degradando ao longo dos tempos mercê das inundações provocadas pelas cheias do rio, agora controladas por açudes, e que ciclicamente inundavam o vale. o Seu recheio interior foi-se assim danificado, tanto ao nível das alfaias, como do próprio mobiliário. durante o sec. XVII e XIX. Somente em 1983, se deu inicio a obras de recuperação e restauro ao nível das paredes externas, e em 1988 foi alvo de assalto perdendo quase todas as suas imagens de culto, incuindo a Senhora do Ó.
Nossa Senhora do Ó é uma devoção mariana surgida em Toledo, na Espanha, remontando à época do X Concílio, presidido pelo arcebispo Santo Eugênio, quando se estipulou que a festa da Anunciação fosse transferida para o dia 18 de Dezembro.
Sucedido no cargo por seu sobrinho, Santo Ildefonso, este determinou, por sua vez, que essa festa se celebrasse no mesmo dia, mas com o título de Expectação do Parto da Beatíssima Virgem Maria. Pelo facto de, nas vésperas, se proferirem as antífonas maiores, iniciadas pela exclamação (ou suspiro) “Oh!”, o povo teria passado a denominar essa solenidade como Nossa Senhora do Ó.
O seu relógio de sol, num dos cunhais está datado de 1764.
A Igreja de Santo António, antiga Capela de Santo António da Carvoeira, pertence conjuntamente com a ermida de S. julião e Igreja Matriz de Nossa Senhora do Ó ao Património edificado religioso da Paróquia de Nossa Senhora do Ó do Porto da Carvoeira, Vigararia XI, da Diocese de Lisboa.
Situa-se à beira da Estrada Nacional que liga as localidade sede Ericeira-Carvoeira-Sintra, tendo actualmente um parque de estacionamento de apoio, localizado entre a Junta de Freguesia e a antiga Escola Primária.
A sua construção remonta ao sec. XVIII, sendo a sua arquitectura barroca, tipica da zona. Possui uma Fachada com torre sineira única de secção quadrada com 4 ventanas sineiras.
O portal de verga recta destacada é encimado por um painel azulejar mocrocromo com a figura do orago da capela, Santo António.
Na esquina de fachada principal com a fachada lateral, existe um relógio de sol vertical em pedra cuja marcação horária é registada em numeração árabe sendo o gnómon em ferro. A data de implantação do dito relógio está registada em quartos de circulo nos cantos inferiores (1764).
O seu interior é constituido por nave única, com coro alto, capela-mor, com acesso à sacristia.
Situa-se à beira da Estrada Nacional que liga as localidade sede Ericeira-Carvoeira-Sintra, tendo actualmente um parque de estacionamento de apoio, localizado entre a Junta de Freguesia e a antiga Escola Primária.
A sua construção remonta ao sec. XVIII, sendo a sua arquitectura barroca, tipica da zona. Possui uma Fachada com torre sineira única de secção quadrada com 4 ventanas sineiras.
O portal de verga recta destacada é encimado por um painel azulejar mocrocromo com a figura do orago da capela, Santo António.
Na esquina de fachada principal com a fachada lateral, existe um relógio de sol vertical em pedra cuja marcação horária é registada em numeração árabe sendo o gnómon em ferro. A data de implantação do dito relógio está registada em quartos de circulo nos cantos inferiores (1764).
O seu interior é constituido por nave única, com coro alto, capela-mor, com acesso à sacristia.
Sita no lugar de S. Julião, dominando a costa maritima, entre a Foz do Rio de Cheleiros e a Foz do Rio Falcão, na Freguesia da Carvoeira, Concelho de Mafra, pertence conjuntamente com a Igreja de Nossa Senhora do Ó e a Igreja(capela) de Santo António ao património edificado da Paróquia de Nossa Senhora do Ó do Porto da Carvoeira, actualmente integrada na Vigararia XI, da Diocese de Lisboa.
Por decreto de 6 de Dezembro de 1958 é considerado Imóvel de Interesse Público
A data da sua construção levanta algumas dúvidas situando-se entre os sec. XVI e XVII, sendo a sua tipologia arquitectonica barroca.
O exterior é austero possuindo um alpendre ou galilé, diante da fachada principal. A porta de entrada está datada de 1768, associada a provável reconstrução após ao terramoto.
No seu interior, a capela-mor e nave única estão decorados com azulejos azuis e brancos, tipicamente setecentistas, retratando catequéticamente a vida de S. Julião Santa Basilissa. Nas proximidades da ermida está situada um cruzeiro de azulejos , com data de 1788 onde voltam a figurar este dois santos.
São de realçar também os dois relógios de sol verticais de pedra,relativamente bem preservados, de 1757 , tendo um deles a particularidade de possuir dois mostradores orientados respectivamente para leste e oeste. o Gnónom é em ferro e a marcação horária é mista árabe/romana nos mostradores laterais e romana no mostrador frontal.
A Ermida de S. Julião esteve sempre associada para as gentes da zona ao episódio histórico de Mateus Álvares, que fazendo-se passar por El-rei D. Sebastião, e auto denominando-se Rei da Ericeira,ai resistiu à ocupação filipina, sendo posteriormente capturado, julgado e enforcado, na Ericeira... mas isso são outras estórias.
Todos os anos se realiza nesta Ermida em Setembro, um Cirío, vindo da Ribeira de Pedrulhos,Torres Vedras, a que o povo chama Cirío da Água-Pé.
Por decreto de 6 de Dezembro de 1958 é considerado Imóvel de Interesse Público
A data da sua construção levanta algumas dúvidas situando-se entre os sec. XVI e XVII, sendo a sua tipologia arquitectonica barroca.
O exterior é austero possuindo um alpendre ou galilé, diante da fachada principal. A porta de entrada está datada de 1768, associada a provável reconstrução após ao terramoto.
No seu interior, a capela-mor e nave única estão decorados com azulejos azuis e brancos, tipicamente setecentistas, retratando catequéticamente a vida de S. Julião Santa Basilissa. Nas proximidades da ermida está situada um cruzeiro de azulejos , com data de 1788 onde voltam a figurar este dois santos.
São de realçar também os dois relógios de sol verticais de pedra,relativamente bem preservados, de 1757 , tendo um deles a particularidade de possuir dois mostradores orientados respectivamente para leste e oeste. o Gnónom é em ferro e a marcação horária é mista árabe/romana nos mostradores laterais e romana no mostrador frontal.
A Ermida de S. Julião esteve sempre associada para as gentes da zona ao episódio histórico de Mateus Álvares, que fazendo-se passar por El-rei D. Sebastião, e auto denominando-se Rei da Ericeira,ai resistiu à ocupação filipina, sendo posteriormente capturado, julgado e enforcado, na Ericeira... mas isso são outras estórias.
Todos os anos se realiza nesta Ermida em Setembro, um Cirío, vindo da Ribeira de Pedrulhos,Torres Vedras, a que o povo chama Cirío da Água-Pé.
A sua localização e a não utilização regular, bem como a sua antiga construção, provocaram nesta Ermida uma progressiva degradação principalmente ao nível interior e do espaço envolvente, situação que se espera venha a resolver a médio prazo.